quinta-feira, 26 de março de 2009

Super Casca 2009 - Mountain Bike

Caros amigos Mountain Biker´s
É como enorme prazer que os convido para participar do Super Casca 2009, uma
prova de Mountain Bike Olímpico. O Super Casca acontecerá dia 29 de março em
Maranguape no Cascatinha Balneário e Chalé e será a "2ª etapa do campeonato
cearense de MTB XCO (mountain bike olímpico).
Para os amantes do estradão, é uma ótima oportunidade para aperfeiçoar suas
técnicas de MTB, sentido na pele um pouco das dificuldades que atletas
olímpicos enfrentam em suas provas de circuito técnico.
Em 2009 todas as etapas do campeonato cearense de mountain bike olímpico -
XCO, será como a primeira etapa, já realizada na cidade de Crato, com
largada ás 9hs da manhã, média de 2hs de prova e apuração informatizada.
Durante a semana o cartaz do evento, regulamento, fichas de inscrição e
programação estarão chegando às lojas.
Atenção, as inscrições só poderão ser feitas até sexta-feira nas lojas e
postos autorizados ou no sábado no Cascatinha em Maranguape na secretaria de
prova. Haverá um congresso técnico apartir das 19hs do sábado, onde serão
passadas as informações mínimas a todos os atletas e delegados de equipes
inscritos na prova.
O Super Casca 2009 será realizado pela Prefeitura de Maranguape tem o apoio
do Cascatinha Balneário e Chalé, Cut Mídia e Super Mota Supermercado,
Colaboração MPE TV , Corpo de Bombeiros e CUMME, Organização Cia da Aventura
e Supervisão da Federação Cearense de Ciclismo.
O Cascatinha e a cidade de Maranguape aguardam todos os ciclistas para
correr ou assistir ao Super Casca 2009.
Grato
Eduardo Lopes
Presidente da Federação Cearense de Ciclismo

ENC: Cape Epic News - Prologo

PROLOGUE - 21 March 2009
Cape Town

Start: Cape Town
Distance: 19km | Climbing: 650m

 

Segue resultado dos Cearenses no Prologo:

 

Equipe: Esporte Criança.org.br/Scott - Michel Bogli e Eduardo Rocha - 53:53 (2 Brasil/1 do Ceará/ 44 categoria Masculina/58 no geral)

Equipe: Ceará - Brasil - Paulo Gago e Paulo Brandão - 1:17:51 (11 Brasil/2 do Ceará/119 categoria Master/505 no geral)

Equipe: Brasil - Ceará - Alfredo Montenegro e Antonio VIlar - 1:24:36 (14 Brasil/3 Ceará/135 categoria Master/563 no geral)

 

 

Prologue Results

Men - songo.info

 4-1 

Christoph Sauser

 4-2 

Burry Stander

Ladies - ABSA LADIES

 136-1 

Sharon Laws

 136-2 

Hanlie Booyens

Masters - Cycle Lab Toyota

 36-1 

Shan Wilson

 36-2 

Andrew Mclean

Mixed - Adidas Big Tree

 149-1 

Nico Pfitzenmaier

 149-2 

Alison Sydor

African - MTN Energade

 2-1 

Kevin Evans

 2-2 

David George

 

 

Cape Epic...mais que uma prova uma experiência física e espiritual. By Mario Roma

Este ano Mário Roma teve a oportunidade de poder ser escolhido entre jornalistas de todo mundo para falar sobre a Cape Epic no Guia de Competidores (Ride Guide) uma revista de 56 paginas entregue a todos participantes da Cape Epic e encarte na maior revista de bike na África o Sul a Ride Magazine agora que já foi publicado, podemos apresentar a todos o texto em português.

 

Cape Epic...mais que uma prova uma experiência física e espiritual.
Texto: Mário Roma


Meu primeiro contato com a Cape Epic foi em 2003 através da amiga Sonja Güldner-Hamel, quando recebi um email para correr uma prova que atravessava a África,e a primeira coisa que veio em minha mente foi "Leões", como pedalar 900 km, com 16000 m de subidas e 12 micro climas, de bike  em um Pais um tanto misterioso.
Minha primeira participação foi em 2005, quando cheguei em Kysna e fiquei impressionado com a quantidade de atletas  de inúmeras nacionalidades, que circulavam pela cidade e entre eles poderia facilmente cruzar lendas do MTB como Bart Bendgnes e jovens aspirantes a campeões mundiais como Cristoph Sauser entre outros. A cada passo que dava, a organização ia me surpreendendo em vários detalhes, como por exemplo quando me entregaram 4 chipes, sendo um para usar no tornozelo para os tempos de prova, o segundo no formato de um relógio que permitia acesso as áreas   exclusivas, como refeitório entre outros, o  terceiro era no saco  em qual levaria minhas roupas e suplementos para os próximos oito dias e o quarto estava na placa de numeral para uso do bike park.


Finalmente chegou o dia crucial da largada numa manhã  de sol ao   som da voz do Mike, que ninguém nunca mais esquece apos correr a Cape Epic. Largamos em direção a Spier  que seria 900 km de muita adrenalina e emoção. Apos cruzarmos a primeira etapa deparei com uma cidade, de pequenas barracas amarelas, super planejada, com toda a infra-estrutura necessária, bike wash, chuveiros, banheiros, um Cyber Café, enfermaria, uma operação digna de uma logística militar, um verdadeiro acampamento da época das cruzadas onde os cavaleiros tinham trocado seus cavalos pelas mais diversas maquinas de duas rodas.


Um dos momentos mais incríveis que vivi em uma bike foi na Cape Epic 2005 quando apos vencermos um temível Monster Climing chegamos ao topo onde as nuvens estavam abaixo de nós e o céu azul refletia no mar de nuvens ao nosso redor, um momento que sem duvida dá o credito ao nome Epic...


Em um dos jantares no qual recebemos uma esplêndida carga de carboidratos servido por um resort de cinco estrelas, fomos informados que iríamos cruzar uma reserva, com os Big Five, que significa leões, leopardos, rinocerontes, elefantes e búfalos, isso mesmo, essa era a torcida que nos esperava para nos cumprimentar na beira da estrada, seria a primeira vez que uma prova de mountain bike iria cruzar a Sanbona Wildlife Reserve no coração do Little Karoo.Na entrada do parque fomos cumprimentados pelos Rangers armados, a atenção se redobrou e vários Rangers eram vistos na estrada que estavam monitorando os animais, no ponto de água os Rangers comentaram que os leões estavam a 250 metros, observando a estranha manada humana passando.Foi um dia onde a emoção e o medo se misturava.


A cada dia a organização nos impressionava com o extremo cuidado que tinha com todos pilotos, a equipe Delta de resgate sempre presente com seus pontos de apoio e suas motos quadriciclos que nos cruzavam no máximo de 30 em 30 minutos, áreas de apoio onde os voluntários faziam de tudo para nos servir, o sorriso  de todos os staff que nos cercavam, estava estampado na cara de todos a satisfação de participar em uma prova desse nível, seria isso o Tour de France do MTB?
Em uma outra das muitas aventuras nesse ano foi quando meu parceiro sofreu uma queda e quebrou o blocante traseiro, imaginem-se no meio da África sem um blocante! Resolvi descer a montanha onde estávamos e procurar uma solução enquanto ele caminhou lentamente carregando a bike, ai conheci mais  uma personagem da Cape Epic, Steve Thomas organizador do Epic Trippers, grupo de bikers que percorre o mesmo trajeto a velocidade que quer e a quantidade de quilômetros,e ao contar a minha situação ,Steve logo me respondeu, claro leva o meu, e ai retornei e vencemos mais um desafio.


Terminamos em Spier onde uma festa para mais de mil pessoas nos aguardava ao som de bandas locais e o cheiros das mais diversas culinárias Sul Africanas, todos estavam impressionados com estes 8 dias únicos.
A Cape Epic uma prova em duplas , seu parceiro é uma extensão virtual de você e com a perspectiva vital de terminar este desafio impressionante, você pode também deixar uma de suas próprias partes do corpo para trás na prova. Se seu parceiro sofre, você sofre demasiado. Se um de vocês não faz o 'tempo limite' , então nenhum de você completam.Se uma das duas bicicletas falha, nenhum de vocês estará classificado como Finisher. A prova solda dois companheiros da equipe juntos como um casamento de oito dias com um único objetivo, levar os dois corpos esgotados até a linha de chegada, juntos como se fosse um só!


Tenho como habito não fazer a mesma viagem duas vezes, o mundo é tão grande e com tantas belezas que uso esse método como regra, mesmo tendo em meu passaporte uma volta ao mundo de barco a vela, mas como toda regra existe exceção, voltei a Cape Epic em 2007,pois estava intrigado e com uma saudade doentia daqueles dias na África do Sul. Já fiz  muitas outras ultramaratonas, mas a Cape Epic era como me sussurrasse constantemente no meu ouvido vem...como uma sereia do MTB.
Março 2007 e lá estava eu de novo em Kysna a cidade inteira já estava tomada por 1206 competidores de 43 países se misturando entre a elite mundial de MTB e diversas lendas vivas, como Tom Ritchey, Bart Brentjens, Thomas Frischknecht .Era comum ao se virar ver aqueles que só vimos em revistas e agora na mesma fila ou na mesma roda de conversa as verdadeiras maquinas do MTB como: Christoph Sauser, Karl Platt, Roel Paulissen ,José Hermida, Ralph Naf, uma lista gigante e eclética de personalidades de todas as áreas de ciclismo do mundo, como o campeão mundial de downwill Greg Minnaar, o vencedor do Race Across América Solo 5000km de pedal, campeão europeu de X Terra, campeão Sul Africano de Speed e por ai vai esse cardápio de loucos por bike com um só fim... cruzar a África do Sul em 8 dias escalando 18000 mil metros e pedalando 900km.Estavam presentes, televisões, repórteres um verdadeiro circo do MTB mundial, e me perguntava, só passou um ano? Onde vai parar esta prova?


Fiz a inscrição e recebi meu Start Kit é nesse momento que realmente você se sente na prova e aquela sensação de emoção e receio se fundem em uma só. “Agora não tem retorno”. Terminado o dia em um grande jantar no restaurante Marios de um amigo italiano em uma mesa com 15 pessoas de 4 países, muito macarrão e um bom vinho tinto Sul Africano acompanhado de diversos brindes e desejos de boa sorte.


Desta vez estaria correndo na categoria Máster ao lado de um atleta profissional, era a maneira que eu tinha visto para viver a Cape Epic de uma nova perceptiva.


Primeira mudança com que me deparei foi que as tendas laranja tinham mudado de cor, agora vermelhas, mas os colchões confortáveis estavam lá, só que tinha dobrado a quantidade e uma equipe de mais de sessenta alunos montava e desmontava a Cape Epic City todos dias,imaginem as coisas que anteriormente pareciam perfeitas, tinham melhorado mais ainda, pois entre cada etapa a organização oferecia apoio mecânico, fazendo assim que mais pessoas conseguissem terminar a prova vencendo os problemas mecânicos.


O espírito esportivo permanecia da mesma forma e a qualquer momento você via equipes se ajudando.
Largávamos e poderia se ver Thomas Frisnek batendo fotos do pelotão, Jose Hermida fazendo graças, parecia que aqueles pilotos ídolos de inúmeros bikers que só vemos nas revistas e correndo no circuito mundial XC eram crianças se divertindo em uma prova local de MTB, essa imagem só pode presenciar na Cape Epic. Mais uma novidade nas áreas de apoio, para alem de frutas,coca cola gelada,isotônicos de diversos sabores, as coisas tinham melhorado mais ainda, pufs e ventiladores atendiam os pilotos que vinham nos próximos pelotões.


Era bom a noite repor as calorias podendo comer o maximo que você agüenta e dia seguinte voltar a rotina da Cape Epic, deixar a bike para lavar com as crianças locais no bike wash, repor as energias,retirar a mala do caminhão, marcar uma barraca (em bom local,nem perto das oficinas devido ao barulho dos geradores funcionando toda noite para cuidar das bikes de todos nem perto dos banheiros o qual as batidas das portas com mola se sentiam durante todo a noite), tomar banho, fazer a revisão da bike no bike park e descansar antes do jantar entre as 18:00 as 19:00 hs, no retorno ao acampamento abastecíamos as caramanholas que ficavam gelando do lado de fora da barraca e dormir em torno das  21:00 hs para acordar ao som da buzina de um caminhão às 5:00 hs, essa é rotina de um Cape Epic Rider por 8 dias.


Em 2007 um dos momentos raros foi poder pedalar durante uma etapa junto com o carismático Christoph Sauser, onde em algum lugar do mundo um simples mortal poderia passar uma tarde pedalando junto com um piloto  desse nível, descobrimos algo em comum: a paixão pela Cape Epic e o fascínio pela África do Sul, a cada equipe que cruzávamos a cara dos pilotos era algo inesquecível, como ele poderia estar ali, seria ele mesmo... quando ele cumprimentava as pessoas era como uma injeção de animo e realização penetrasse em cada um deles.


As duas ultimas etapas que fiz na Cape Epic 2007 não esqueço nunca,pela sétima vez a buzina tocou as 5 da manhã e mecanicamente caminhávamos para o café da manha o qual a cada dia era mais difícil de engolir, voltávamos para as tendas para pegar a mala e passar a vaselina cheiro que se fazia sentir no ar,um dos cheiros mais tipos da Cape Epic, a cada dia que passa todas essas tarefas vão ficando mais lentas. O penúltimo dia nos levava até Kleinmond. Chegamos na praia com um mar azul de fundo e a espuma branca das ondas se movimentando em direção a praia, entramos na areia  e atravessamos uma ponte sobre o rio e cruzamos a linha de chegada um final com chave de ouro em um local lindo, sentamos em uma mesa de frente para o mar e  Christoph Sauser se juntou a nós e  resolvemos todos tomar uma cerveja comemorando esse clássico dia de MTB. Vimos a chegada dos nossos amigos em um ambiente descontraído e inesquecível para todos. O jantar já foi em clima de festa e comemoração. Estávamos a poucas horas do ultimo dia e todo mundo foi deitar mais tarde, o Epic Pub estava cheio e brindes eram constantes.


Ultima etapa que fiz foi de 80 km para o fim em Lourensford e “só” mais 1565m desnível acumulado, largamos as 8 da manhã, esperávamos uma etapa rápida e fácil mas o “Dr. Evil” apelido dado a  Leon Evans que desenha todos anos o percurso da Cape Epic não nos deu descanso nem no ultimo dia, entre duas fortes subidas, um carrega bike (obrigatório carregar a bike no ombro caso contrario poderia ser desclassificado) através de uma descida pela histórica trilha de carroças Gamtou Pass, mais um trilha de trem e finalmente uma trilha no meio de um pinhal ate ao enorme campo de Pólo Club onde uma multidão nos esperava e retirei minha bandeira Luso Brasileira companheira de diversos desafios, do meu bolso traseiro a ergui e deixei a emoção nos levar ate a bandeirada final após 900 km e 18000m de subidas duas vezes mais que o Everest.
Cape Epic terminou para mim em 2007 mas ainda viajo pelos lugares que passei, as pessoas que conheci e ainda sinto o gosto bom de “missão cumprida”, registrada para nunca mais sair e servir como base para confirmar que somos capazes de realizar coisas que nos parecem, num primeiro instante, impossível, porem com força de vontade, dedicação e perseverança tudo se torna possível e realizável.


Único erro que vi ser cometido pela organização foi o nome do livro lançado em 2008 sobre a Cape Epic "Guts & Glory" a meu ver deveria ser "Kevin Guts our Glory" sem duvida não podemos esquecer o idealizador de todo este projeto Kevin Vermaak, um personagem calmo e sempre disponível para falar com todos no meio desse Tsunami de adrenalina, Kevin é uma pessoa que mudou não só o MTB na África do Sul mas sim o curso das ultramaratonas no mundo, levando nosso esporte preferido a um outro nível, sendo televisionado em todo mundo, atraindo novos patrocinadores não envolvidos em direto com o MTB como Absa Bank, marca esportivas mundiais como Adiddas, Kevin conta com uma forte equipe que trabalha longas horas, dias e meses para que a nossa satisfação seja realizada no maior nível profissional possível.
Já percorri maior parte das maiores stage races no mundo.


A Cape Epic é uma festa de Mountain Bike na África do Sul. Poder passar uma semana pedalando,falando de bikes,conhecendo outros mountain bikers de todo mundo e uma oportunidade única de poder conhecer e ver um campeão olímpico ou mundial, até mesmo você poder sentir essa sensação por uma semana são pedalando,dormindo e comendo.
Cape Epic  é composta das lendas, os lugares, os povos e das situações. Pessoas que através da barreira da dor terminam com raça mas sempre com um sorriso, lugares que nós nunca nos esqueceremos como Mont Eco, Grootvadersbos e Groetlandberg, e situações, a dinâmica da equipe, a camaradagem, os pelotões em torno de você durante as longas horas no selim sobre oito dias. Estas são as histórias da Cape Epic e podem ser contadas com orgulho a quem tiver um pouco de tempo para escutar... Você tem que experimentar a Cape Epic para acreditar!


Imaginem onde estou agora...no meio de todos vocês para minha terceira Cape Epic!
Para ver o formidável guia abra este link:http://www.ride.co.za/sites/ride.co.za/files/Absa%20Cape%20Epic%20Ride%20Guide%202009%20-%20Ride%20Website.pdf

 


 

 

quarta-feira, 25 de março de 2009

Cobertura do Cape Epic 2009

Dia 21 de Março vai ser dado a largada da maior ultramaratona de Mountain Bike do Mundo O Absa Cape Epic na África do Sul. A Ev sports vai formar um grupo para ficar enviando noticias dos amigos que vão tá na disputa desse ano que são eles: Michel Bogli, Paulo Brandão, Paulo Gago, Alfredo Montenegro, Eugénio Vilar e Júnior Cabeção. Quem tiver interesse em receber email diário com noticias de cada uma das 8 etapas é só retornar um email pedindo para ser adicionado ao grupo Cape Epic 2009.


Em 2008 o Ceará foi destaque entre os Brasileiros com as Duplas Zé Filho e Michel Bogli em primeiro e Lourenço e Chicão em segundo na classificação geral dos Brasileiros, esperamos que esse ano possa se repetir esse resultado e o nosso estado possa sempre tá sendo lembrado no meio do Esporte.

Boa Sorte a todos e estamos aqui na Torcida !

Prologue
Date: 21 March 2009
Start/Finish: Cape Town
Distance: 19km
Climbing: 650m
Cut-off time: 2.5 hours
Stage 1
Date: 22 March 2009
Start/Finish: Gordon’s Bay to Villiersdorp
Distance: 112km
Climbing: 2769m
Cut-off time: 17:00
Stage 2
Date: 23 March 2009
Start/Finish: Villiersdorp
Distance: 110km
Climbing: 1527m
Cut-off time: 17:00
Stage 3
Date: 24 March 2009
Start/Finish: Villiersdorp to Greyton
Distance: 73km
Climbing: 1976m
Cut-off time: 15:00
Stage 4
Date: 25 March 2009
Start/Finish: Greyton
Distance: 114km
Climbing: 2202m
Cut-off time: 17:00
Stage 5
Date: 26 March 2009
Start/Finish: Greyton to Oak Valley
Distance: 111km
Climbing: 2233m
Cut-off time: 17:00
Stage 6
Date: 27 March 2009
Start/Finish: Oak Valley
Distance: 86km
Climbing: 1546m
Cut-off time: 16:00
Stage 7
Date: 28 March 2009
Start/Finish: Oak Valley to Lourensford
Distance: 60km
Climbing: 1760m
Cut-off time: 15:30 (Start at 08:30)

Fonte: EV Sports

sexta-feira, 20 de março de 2009

Desafio das Águas - Bike Ceará

Neste último domingo, dia 15/03, aconteceu mais um etapa do circuito Bike Ceará. Os membros do Bike Maraponga como sempre estavam lá pra prestigiar o evento. As duplas foram:
Leandro e Coelho - Leoes do Bike Maraponga
André e JP - Bourne e Pastrana
Claudinho e Eri - Kilos
O restante cagou pra dentro!!!



Eu (mayco) e Donis estávamos fazendo a cobertura fotográfica, percorrendo o mesmo trajeto dos bikeros. Trilha show, paisagens lindas. Foi um misto de estradão e trechos técnicos, onde exigiu bastante dos atletas.

Resumo da história:
Pela primeira vez vimos uma coisa rara, dois ciclistas do bike maraponga pedalando juntos, hehehe, André e Jp. Eles largaram e antes da primeira curva já perderam a planília de navegação. Deram uma rápida paradinha pra resgatá-la e depois deram continuidade ao percurso... quase no final, de
pois de umas duas tentativas de consertar o pneu traseiro tiveram a ideia de tirar o pneu de vez e rodar no aro.. o André literalmente ralou o anel, ops, o aro.. hehehe.
Já a dupla Kilos, estreando desta vez na turma dos graduados (queriam na verdade fazer Cajubar) fizeram uma boa pedalada, conseguiram cortar caminho pra voltar logo, devido o cansado, mas a sorte foi tanta que passaram em 2 pcs e garantiram o incrível 11º lugar.
A dupla Cenoura no coelho, ops, Leões, pedalaram, empurraram, se esconderam no mato, fizeram pose pra foto e até tiraram dúvidas com um cachorro que passava pela trilha.. mas chegaram, mesmo após as cãibras do Leandro machoooooooooo!




Próxima etapa:
Desafio dos Sertões 17/05 (3ª etapa)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Bike Maraponga no Piocerá








Hoje é o inicio de uma nova jornada, pois o Bike Maraponga terá sua primeira participação no Piocerá, um dos maiores rallys de regularidade do Brasil.
Os ciclistas Mayco e André estarão viajando para Teresina, onde terá o briefing e instruções para o inicio da prova, com duração de 4 dias, percorrendo os estados do PI e CE. Média de 95km/dia.





Os ciclistas:
- Mayco Ijano: Tem 27 anos, natural de Sorocaba-SP, há 11 anos mora em Fortaleza. Possui junto com seu irmão, um restaurante especializado em comida oriental, formado em gestão de 
Marketing, esporadicamente faz trilhas de moto e pratica mountain bike há 12 anos.







- André Farias: 30 anos, natural de Brasília-DF, e também morando a muito tempo em Fortaleza, sócio-proprietário da empresa Simples Informática e pratica MTB há +/- 3 anos. Melhor imitador do nosso amigo Leandro.




Dados do percurso:
Bikes 
Dia 28 - Quarta-Feira: Campo Maior(PI) - Piripiri(PI) – 91 Km 

Inicio da vistoria técnica: Às 7 horas no local de largada
Encerramento da vistoria técnica: Às 07h30min
Largada:  Às 8 horas na Praça da Cultura de Campo Maior, as margens do açude grande. A cidade de Campo Maior fica a 81 km de Teresina seguindo pela BR-343.
Final da Etapa:   Às 14 horas, as margens do Açude do Caldeirão em Piripiri. A cidade de Piripiri fica a 170 km de Teresina e a 89 km de Campo Maior seguindo pala BR 343. O Açude Caldeirão fica a 7 km do centro de Piripiri, o deslocamento até a cidade deve ser feita  com a equipe de apoio.
Pernoite oficial do rally: Piripiri (PI)
Resultado parcial da 1ª etapa e briefing técnico da 2ª etapa: As 19:00h no auditório do Parque Nac. de Sete Cidades

Dia 29 - Quinta-Feira: Piripiri / Piracuruca (PI) – 68 Km 
Inicio da vistoria técnica: 7 horas no local de largada
Encerramento da Vistoria Técnica: 07h30min
Largada: Às 8 horas no Mirante da Santa (N.Sra. dos Remédios), também conhecido como “Morro da Saudade” em Piripiri. 
Final da Etapa:   Às 13 horas, no Balneário Prainha as margens do Rio Piracuruca na cidade de Piracuruca. A cidade fica a 46 km de Piripiri seguindo pela BR 343 se preferir pode seguir pela estrada que cruza o P.N de Sete Cidades é a mesma distancia só que a equipe de apoio paga um pedágio de R$ 3,00 (três reais) para cruzar o Parque. Após a chegada as equipes devem se deslocar mais 112 km até Parnaíba local de pernoite do rally.
Pernoite oficial do rally: Parnaíba (PI)

Resultado parcial da 2ª etapa e briefing técnico da 3ª etapa: As 19:00h no Auditório do Porto das Barcas – Centro - Parnaíba . A cidade de Parnaíba fica á 112 quilômetros de Piracuruca seguindo pela BR-343.

 
Dia 30 - Sexta-Feira: Barra Grande / Camocim (CE) – 118 Km
 
Inicio da vistoria técnica: 7 horas no local de largada
Encerramento da Vistoria Técnica: 07h30min
Largada: Praça da Igreja ás 8 horas no povoado de Barra Grande, município de Cajueiro da Praia. O povoado de Barra Grande fica a 68 quilômetros de Parnaíba.
Final da Etapa:   Às 15 horas, em frente ao Centro de Cultural da cidade de Camocim – CE. A cidade de Camocim fica a 100 km de Barra Grande. Após a chegada as equipes devem se deslocar mais 126 km até Sobral-CE local de pernoite do rally.
Pernoite oficial do rally: Sobral (CE)
Resultado parcial da 3ª etapa e briefing técnico da 4ª etapa: As 19:00h no Auditório do Centro de Convenções, rua Visconde de Sabóia, 300, bairro junco – Sobral (CE)A cidade de Sobral fica a 126 quilômetros de Camocim seguindo pela CE-362. 

 
Dia 31 - Sábado: Itapajé (CE)/ São Gonçalo do Amarante (CE) – 101 Km 
Inicio da vistoria técnica: 7 horas no local de largada
Encerramento da Vistoria Técnica: 07h30min
Largada: Ás 8 horas no Posto Apollo (Petrobras) em Itapajé (CE). A cidade de Itapajé fica a 104 km de Sobral seguindo pela BR - 222
Final da Etapa:   Às 15 horas, na cidade de São Gonçalo do Amarante na Praça da Lagoa de Prejubaca. Após a chegada as equipes devem se deslocar com suas equipes de apoio mais 39 km até a Praia do Cumbuco, restaurante, Velas do Cumbuco acontece a chegada oficial do rally. Em seguida seguiremos para Fortaleza até a Praia do Futuro na Barraca Crocobeach onde acontece a festa de premiação.  
Resultado parcial da 4ª etapa e festa de premiação: As 20:00h em Fortaleza, local Barraca Crocobeach – Praia do Futuro

FESTA LUAL BEACH

Local: Barraca Crocobeach

Praia do Futuro

Horário: 20:00h 

Fonte: www.piocerá.com.br